Candidatos à Presidência 2026
Os 12 candidatos com posicionamento resumido a partir da leitura de seus planos de governo oficiais. Você pode explorar cada um sem precisar fazer o teste.
Luiz Inácio Lula da Silva
PT (coligação PT/PSB/PV/PCdoB/PDT/PSOL/Rede)
Continuidade do governo Lula 3: Estado ativo na economia e na proteção social, progressista em direitos (gênero, raça, LGBTQIAP+), fortemente institucionalista e multilateralista.
Flávio Bolsonaro
PL
Direita liberal-conservadora, continuidade do governo Bolsonaro (2019-2022): liberalismo econômico moderado, conservadorismo social explícito ('vida desde a concepção'), agenda dura de segurança e reforma do STF.
Augusto Cury
Avante
Psiquiatra e escritor best-seller, candidato-terapeuta de centro tecnocrático: 'mente capitalista, coração social'. Forte pró-instituições, quase silente em costumes.
Clariana Barão
DC (Democracia Cristã)
Plano técnico e gerencialista de centro-direita, eixo transversal em proteção de mulheres e crianças. Silente em costumes e política externa; forte em governança e transparência.
Rui Costa Pimenta
PCO (Partido da Causa Operária)
Programa revolucionário trotskista: estatização quase total da economia, dissolução do STF e da PM, ruptura com as instituições liberais em nome de um 'governo operário'.
Hertz Dias
PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado)
Esquerda revolucionária anticapitalista, fortemente progressista em costumes, defende superação do Estado liberal por 'Estado operário' com democracia direta.
Romeu Zema
NOVO
'Plano Implacável': liberalismo econômico consistente (privatizações, corte de impostos, flexibilização trabalhista), forte pró-instituições e imprensa livre, silente em costumes.
Renan Santos
Missão (fundado a partir do MBL)
Direita 'pós-bolsonarista': liberal-institucionalista na economia, linha-duríssima em segurança (Direito Penal do Inimigo), centralizador administrativamente, pró-imprensa livre e explicitamente anti-negacionismo eleitoral.
Edmilson Costa
PCB (Partido Comunista Brasileiro)
Plataforma anticapitalista rumo ao 'Poder Popular/Socialismo': estatização ampla, fim do Senado, juízes com mandato revogável, ruptura com o Ocidente; fortemente progressista em costumes.
Ronaldo Caiado
PSD
Centro-direita liberal com Estado coordenador, linha muito dura em segurança pública (facções tratadas como 'terrorismo doméstico'), forte defesa institucional e fim da reeleição presidencial.
Wilson Grassi
Democrata (nº 35)
Candidato de nicho, tecnocrata 'despolarizado' (Método D35): reforma tributária radical (Imposto Único), forte compromisso institucional explícito, silente em costumes.
Samara Martins
UP (Unidade Popular pelo Socialismo)
Programa socialista à esquerda do PT: estatização ampla, suspensão da dívida pública, fortemente progressista em costumes; institucionalmente ambivalente (antifascista, mas propõe eleição direta de juízes e estatização da mídia).